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Ana Holck
2009, Ana Holck
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Segundo o historiador e crítico de arte, Guilherme Bueno:
"...uma nota sobre outras séries como Canteiro de Obras e Pontes (ambas de 2006): elas podem ser entendidas tanto como desenhos espaciais quanto imagéticos. O esgarçar da grade moderna (que sempre interessou a artista) transita entre o volume cúbico das “maquetes” da série Pontes e a trama construtiva registrada nas fotos de empreendimentos da engenharia civil que sofrem a intervenção da artista. Ambos testam em outras modulações a condição ótica do espectador acima mencionada – o modo como precisam atravessar aquele espaço, bem como assinalam uma outra inversão naquilo que chamamos de sistema de acidentes, que neste caso se voltam para o itinerário do trabalho artístico."